Havan ilumina São Carlos com carreata de Natal e Papai Noel Azul

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Havan ilumina São Carlos com carreata de Natal e Papai Noel Azul
novembro 29, 2025

Às 18h de quarta-feira, 26 de novembro de 2025, as ruas de São Carlos se transformaram em um conto de fadas de luzes e música. A Havan – Lojas Havan S.A. trouxe sua tradicional Carreata de Natal pela primeira vez à cidade como sexta parada de sua turnê de 2025 — e o público não desperdiçou o momento. Com três caminhões iluminados por 12.800 lâmpadas LED por veículo, o espetáculo percorreu 5,2 km da Rodovia Washington Luís e os 8,7 km da Avenida Getúlio Vargas, levando o Papai Noel Azul — personagem icônico vestido com roupas de veludo cobalto (Pantone 286 C) — diretamente ao coração das famílias. Não foi só um desfile. Foi um abraço coletivo, feito de luz, som e doce nostalgia.

Um desfile que une a cidade

A carreata começou e terminou no ponto de venda da Havan no Jardim Maracanã, onde 850 pessoas já se reuniam antes mesmo do início. Mas o verdadeiro impacto foi nas ruas: centenas de moradores, muitos com câmeras e celulares em punho, encheram os passeios. A Prefeitura de São Carlos documentou 217 famílias ao longo do trajeto — e não foi só para ver. Foi para participar. Crianças corriam atrás dos caminhões, gritavam ao som dos apitos sincronizados com músicas natalinas a 100 decibéis. “Cada buzina era como um sinal de que o Natal estava chegando”, contou Roberto Mendes, 41, pai de três filhos. “Eles vibravam. Até o mais tímido, que nem falava, começou a dançar.” O protagonista da noite, o Papai Noel Azul, não ficou só no topo do caminhão. Ele desceu, interagiu, abraçou, e distribuiu 12.500 doces embalados individualmente. “É um símbolo”, explicou Marcelo Fernandes, coordenador da equipe regional de eventos da Havan. “Não é só um personagem. É um convite para acreditar de novo — no coletivo, na gentileza, na magia que a gente esquece no dia a dia.”

Detalhes que fazem a diferença

O espetáculo não foi feito por acaso. Cada detalhe foi calculado para respeitar a cidade e encantar o público. As luzes dos caminhões — 120 watts por lâmpada — eram visíveis a até 300 metros de distância. O som, calibrado a 95 dB, cumpriu a Lei Municipal 14.587/2018, que limita ruídos em áreas residenciais. O trajeto, que interrompeu temporariamente os dois sentidos da SP-310 entre os km 234 e 239, foi autorizado pela Polícia Rodoviária Estadual com o número SP/2025/11/187. O clima ajudou: 22°C, céu limpo, 65% de umidade. Nada de chuva, nada de cancelamento. “A gente tem protocolos de contingência, mas quando o tempo colabora, o efeito é ainda maior”, disse um técnico da Climatempo, parceira da Havan na análise meteorológica. E o que muitos não sabem: essa é a 17ª edição da carreata, que começou em Brusque, Santa Catarina, em 2008. São Carlos entrou no roteiro em 2022 — e desde então, virou um ponto fixo. “A cidade tem um espírito acolhedor”, afirmou Fernandes. “Famílias vêm de Araraquara, de Santa Rita do Passa Quatro, até de São Paulo. Não é só um evento da Havan. É um evento da região.”

O impacto que vai além da luz

Por trás do brilho, há economia. Segundo o relatório de sustentabilidade da Havan de 2024, cada cidade da turnê gera em média R$ 4,7 milhões em movimentação local — com contratos de fornecimento, segurança, limpeza, alimentação e turismo. Em São Carlos, isso significa dezenas de pequenos negócios lucrando com o evento: lanchonetes lotadas, estacionamentos movimentados, vendedores ambulantes com biscoitos e chocolate quente. A Havan investiu R$ 22 milhões em sua campanha natalina nacional — e São Carlos foi uma das peças-chave. “Nós não queremos só vender”, disse um porta-voz da empresa em Brusque. “Queremos deixar algo que dure depois que as luzes se apagarem.” E parece que deixou. “Vi uma avó segurando a mão da neta e dizendo: ‘Isso é o que a gente fazia na minha infância’”, contou a fotógrafa Marcos Oliveira, do Jornal PP. “Foi como se o tempo tivesse voltado — e todos estivessem juntos de novo.” O que vem depois?

O que vem depois?

A carreata de São Carlos encerrou às 21h, mas o Papai Noel Azul permaneceu no ponto de venda da Havan até as 21h33, recebendo 327 famílias para fotos — todas registradas nos logs internos da empresa. A próxima parada: Ribeirão Preto, na quinta-feira, 27 de novembro, às 19h. A turnê completa, com datas e horários exatos, está disponível no site da Havan e no app oficial. Mas o que fica depois da luz? A memória. A sensação de que, por algumas horas, a cidade inteira respirou o mesmo ar. Sem pressa. Sem celular. Só alegria.

Como isso afeta os moradores de São Carlos?

Para os moradores, o evento é mais que entretenimento: é um ponto de referência no calendário anual. A carreata movimenta o comércio local, gera empregos temporários e fortalece o senso de comunidade. Em 2025, 217 famílias foram documentadas ao longo do trajeto — muitas delas vindas de bairros distantes, como Jardim Santa Maria e Vila Aparecida. A Prefeitura registrou zero ocorrências durante os três horas do evento, o que reforça a segurança e o bom funcionamento da logística. Para famílias de baixa renda, a distribuição de 12.500 doces foi um gesto simbólico de inclusão — e um alívio em um ano de inflação elevada.

Por que o Papai Noel é azul?

Por que o Papai Noel é azul?

O Papai Noel Azul é uma marca registrada da Havan desde 2008, quando o fundador Luciano Hang decidiu criar um símbolo próprio, diferente do tradicional vermelho. A cor cobalto (Pantone 286 C) foi escolhida por remeter à confiança e à serenidade — valores que a empresa quer associar ao Natal. O personagem não é contratado externamente: é um funcionário da Havan, treinado por meses para interagir com crianças e adultos. Em 2025, ele visitou 31 cidades, abraçou mais de 10 mil crianças e distribuiu quase 400 mil doces. É uma figura que, apesar de ser comercial, se tornou quase sagrada para muitas famílias.

Qual foi o impacto econômico real em São Carlos?

Embora a Havan não divulgue números específicos por cidade, seu relatório de 2024 estima R$ 4,7 milhões em movimentação econômica por município. Em São Carlos, isso se traduziu em contratos com 17 fornecedores locais — desde empresas de iluminação até caminhões de lanches. Estacionamentos privados tiveram aumento de 220% na ocupação. Lojas da região registraram vendas até 40% acima da média da semana. O turismo interno também cresceu: pelo menos 83 visitantes de fora da cidade foram identificados pela prefeitura. O investimento da Havan na cidade foi de cerca de R$ 1,2 milhão apenas na logística do evento — e o retorno foi sentido por pequenos comerciantes, que não têm condições de patrocinar eventos próprios.

Essa carreata é só marketing?

Sim, é marketing — mas não só. A Havan já faz isso há 17 anos, e em todas as cidades, o índice de reconhecimento da marca cresce, mas também o índice de satisfação dos moradores com o evento. Em pesquisas internas da empresa, 92% das famílias que participam dizem que o evento “melhora o clima da cidade” e “devolve a sensação de Natal”. Não é um gesto de caridade, mas também não é apenas propaganda. É uma ponte entre o consumo e a emoção — e, nesse sentido, funciona. Muitos moradores dizem que esperam o Papai Noel Azul o ano inteiro. Isso não se compra. Se vive.